“Skyhooks” e Gruas em Psicoterapia.

“Skyhooks” e Gruas em Psicoterapia.

                                    Making of literário.

                                           By Luganus in 09/08/2008. (Sábado).239921

Talvez seja interessante informar sobre o processo de incubação e criação deste texto. Trata-se este artifício de uma espécie de making of literário.

 Sou supervisor de psicoterapia estratégica do Instituto de Psicologia da UERJ, tendo criado este setor por volta de 1988.

Após ter lido a obra de Richard Dawkins – Deus, um delírio – resolvi ler “A perigosa idéia de Darwin, escrito por Daniel Dennett, autor citado e elogiado por R. Dawkins.

Paralelo a estas leituras e outras, eu estava preparando uma conferência sobre psicoterapia ericksoniana e preocupado em transmitir uma mensagem clara sobre a metodologia científica e o porquê do rigor da atitude científica em relação a certas tendências de mistificar a hipnose ou o trabalho de terapeutas que têm projeção na mídia.

Conforme citei anteriormente, dentre as outras leituras que estava fazendo, havia a obra de Salvador Minuchin et alli. – Dominando a terapia familiar- em cujo prefácio, feito pelo próprio S. Minuchin pode-se ler um dos argumentos que tem sido alvo de muitas considerações por parte dos psicoterapeutas: o dilema da formação e da informação na construção dos profissionais da área clínica, isto é, de psicólogos clínicos ou psicoterapeutas.

S. Minuchin destaca dois psicoterapeutas como representantes radicais dos aspectos deste dilema: Jay Haley é citado defendendo a informação, enquanto Carl Whitaker enfatiza a importância da formação.

S. Minuchin argumenta que concorda com ambos e conclui dizendo que:

“O objetivo [do treinamento] é um clínico que consiga manejar a si mesmo em nome da mudança terapêutica e, além disso, ser espontâneo” (p. 13).

Bem, a tal conferência abordava justamente os ensinamentos extraídos da obra de uma figura lendária – Milton H. Erickson.

Considerado por muitos um gênio na arte da psicoterapia, pode-se dizer que M. Erickson era a síntese viva, a fusão, da formação e da informação.

Muito já se escreveu sobre sua vida e obra e o leitor interessado poderá buscar na bibliografia em anexo  tais informações.

A partir deste ponto irei desenvolver o artigo e as idéias acima expostas.  

O Espantalho

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Itzhak Perlman (Iafo, 31 de agosto de 1945) é um maestro e violinista israelense. É considerado um dos maiores violinistas do século XX.
É o solista do filme A lista de Schindler, trabalhando em conjuto com o compositor John Williams. É famoso pela sua interpretação do concerto de Mendelssohn quando tinha apenas 13 anos e pela sua interpretação mãgica do concerto de violino de Beethoven com a orquestra de Berlim.
Perlman contraiu poliomielite aos quatro anos, razão pela qual utiliza muletas para andar e toca violino somente sentado.

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