Do que se trata fazer psicoterapia… Um show de atuação!

       DSC07701    Do que se trata fazer psicoterapia… Um show de atuação!

E a importância da Rede de Modo Padrão para se entender o cérebro.

No dia 09 de novembro de 2011, às 23:54h recebi por e-mail o relato de um caso clínico e a atuação da terapeuta, minha amiga, que estava exultante (com toda a razão como poderão ler) e compartilhando seus sentimentos.

 A troca de alguns e-mails entre amigos e profissionais, creio, deve ser publicada pois ao ser compartilhada permite análises por prismas científicos de vários ângulos, por exemplo, aproveito para abordar a importância da DMN (Default Mode Network), da psicoterapia estratégica e para fazer reflexões sobre ciência e religião e hipnose.

Segue o caso narrado pela competente e querida amiga Nelsinéa, Néia, a quem chamo, já faz tempo, carinhosa e respeitosamente, e com uma boa dose de humor… Condessa. (A permissão para a publicação é mais um gesto generoso. Obrigado.)

 Desde ontem estou realizada pelos resultados de uma intervenção psicoterápica… Um menino de 3 anos teve uma desidratação braba e foi internado, com infecção intestinal. Fizeram todos os procedimentos e 3 dias depois de  internado,

Sobre Física Quântica ou os gatos verdes de Lugão

Sobre Física Quântica ou os gatos verdes de Lugão

 Gato verde 2 (II Parte de … Tudo que tem casca voa)

(Entrevista concedida à Pierre D’Arnot – novembro / 2011)

 

Prezado professor, dando continuidade a sua entrevista para nossa colega Marcelle, que está em suas merecidas férias, eu, Pierre D’Arnot,  gostaria de propor uma segunda parte em que o senhor pudesse explanar alguns itens que merecem um tratamento mais extenso… O que o senhor acha?

 Estou de acordo…

 Farei então três perguntas: Do que se trata, afinal, esta perspectiva da Física Quântica em nossas vidas? E por que a Dra. Teresa Robles tem sido uma porta-voz da Física Quântica? E, uma vez que o senhor faz parte da história da hipnose devido a sua participação nos trabalhos do Conselho Regional e Federal, como o senhor percebe estas questões e o ensino da hipnose? 

Considerações pós-modernas sobre a ciência, ou… Tudo que tem casca voa!

 

DSC07282Considerações pós-modernas sobre a ciência, ouTudo que tem casca voa! 

(I Parte)

(Entrevista concedida à Marcelle Jiroux D’ Ataign – junho / 2011)

Prof. Celso Lugão, o que o senhor tem a dizer sobre estas críticas que têm sido feitas à ciência, pelo discurso pós-moderno?

Se você se refere à chamada “crítica pós-moderna” da ciência, concordo inteiramente com R. Dawkins, quando este diz que esta é uma forma de retórica anticientífica, ou seja, uma forma de expressão elegante (um falar bem) e que no fundo tenta persuadir as pessoas colocando-as contra a metodologia e a prática científica.

 A ciência enfrentou e enfrentará em seu caminho muitas distorções e confusões. Desde o criacionismo até o uso inadequado de conceitos da física, como por exemplo, o princípio da incerteza de Werner Heisenberg e a teoria da relatividade de Albert Einstein até os conceitos de holografia e física quântica. 

Tributo ao Dr. David Servan-Schreiber

 David rindo  O Dr. David Servan-Schreiber é aquele sobre o qual se poderia dizer: “Foi um grande sujeito”.

Em 1992, quando o participante de uma pesquisa não apareceu para um exame agendado de ressonância magnética no seu laboratório da Universidade de Pittsburgh (EUA), o doutor, considerando-se menos preparado que seus dois outros colegas para lidar com a máquina de ressonância magnética, tomou o lugar no aparelho e o exame mostrou um tumor cerebral (agressivo) do tamanho de uma noz. Foi uma notícia terrível e prá lá de inesperada.  Em seu livro há a narrativa de todo o calvário pelo qual ele passou, e isto é uma reação universal, ou seja, tais notícias sempre geram um impacto enorme na pessoa e em seu círculo próximo. Portanto, é preciso coragem para admitir e para suportar e pedir ajuda.

Memória e Psicoterapia: Milton Erickson & Eric Kandel

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Eric Kandel

Milton Erickson

Reconstruindo o passado emocional dos clientes    Eric Kandel–> Acima (à esquerda – Milton Erickson)   O jovem  Erickson (in College) – acima

“Não tenho amigos, vivo sozinha e sou muito sem graça para me casar. Decidi procurar um psiquiatra antes de cometer suicídio. Vou tentar por três meses, e então, se as coisas não se endireitarem será o fim “.  Estas foram as palavras de uma jovem de 20 anos para Milton Erickson…

Por outro lado o prêmio Nobel em fisiologia ou medicina no ano 2000, Eric Kandel, nos fornece dados consistentes sobre a memória para embasar a psicoterapia e a hipnoterapia.

Sobre elefantes voadores e drogas

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O vício repousa em uma dissociação, ou seja, conscientemente você sabe que fumar faz muito mal, dá câncer, etc., entretanto a pessoa fuma. Isto acontece além do controle do córtex. A pessoa diz ser capaz de parar a hora que quiser, mas não para. Garante que tem liberdade, mas não tem escolha para dizer não, logo não tem liberdade.

A pessoa nega seu problema. E a negação é a primeira e árdua etapa a ser ultrapassada no tratamento.

Neste artigo existem dados sobre as drogas, há uma entrevista com o Dr. Eduardo Kalina (psiquiatra), com a Dra. Nora Volkow e trecho de outra com o Dr. Gustavo Leal Meirelles (neurologista), sobre a maconha. A absurda e leviana proposta da legalização, as evidências sobre a maconha, que causa até esquizofrenia.

Síndrome de Asperger e Autismo

DSC04284 Neste artigo existem, além de ilações de cunho pessoal, fruto de leituras e da atividade clínica sistemática ao longo dos anos, textos ilustrativos, clips e comentários sobre obras ligadas ao tema. Há também informação sobre a genética do autismo. A descoberta de elos entre o autismo e o DNA promete melhorar o  diagnóstico e levar o tratamento para novos patamares.

ITA2 O artigo foi escrito em Itaúna (Saquarema – RJ), em 27/03/2009.

“Lindo dia, sol, praia, temperatura da água perfeita… O mundo de Darwin”.

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Sobre a importância do processo de dissociação e associação para os humanos

(Entrevista transcrita concedida à John Marshal da United Express Daily News – Texas – USA – 2009)  

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J.M. – Prof. Lugão, mais uma vez obrigado por conceder esta entrevista… Gostaria que o senhor explicasse o fato de muitas pessoas apresentarem duas faces ou formas de  comportamento, por exemplo, em público são de um jeito e em casa de outro.

Sobre o Ceticismo by Carl Sagan

Carl Sagan

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O que é ceticismo? Não é nada muito esotérico. Nós o encontramos todos os dias. Quando compramos um carro usado, se formos minimamente inteligentes, nós exercitaremos pelo menos um mínimo de atitudes céticas – se nossa formação escolar tiver deixado alguma coisa. Você pode dizer “este sujeito parece honesto. Eu vou acreditar em tudo que ele disser”. Ou você pode dizer “bem, eu ouvi dizer que às vezes acontecem pequenas fraudes na venda de um carro usado, talvez sem o conhecimento do vendedor”, e aí você faz alguma coisa. Você chuta os pneus, abre as portas, olha sob o capô (você pode fazer tudo isso mesmo se não souber o que deveria estar sob o capô, ou pode trazer um amigo com queda para mecânica). Você sabe que algum ceticismo é necessário, e você entende por quê. É desagradável que você talvez tenha que discordar do vendedor ou lhe fazer perguntas que ele não queira responder. Há ao menos um pequeno grau de confronto interpessoal envolvido na compra de um carro usado e ninguém diz que isso seja especialmente agradável. Mas há uma razão boa para ela – porque quem não usar um mínimo de ceticismo, quem tem uma credulidade absolutamente irrestrita, provavelmente pagará algum preço por isso. Então se arrependerá por não ter feito um pequeno investimento em ceticismo.

(Há no final deste artigo comentários sobre o filme What the bleep do we know)

Algumas curiosidades

Curiosidades  

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Índice do conteúdo:

Monteiro Lobato e Dona Etimologia.

Significado de catetos e hipotenusa.

                                  Palíndromo e Tautologia.

                                 Títulos de nobreza

                               Curiosidades Lingüísticas

                              Cinestesia, Cenestesia ou Sinestesia e as traduções da Programação Neurolingüística.

                              A nova Biblioteca de Alexandria

Feci quod potui, faciant meliora potentes.” “Fiz o que pude, façam melhor os que puderem”.